Fábio Vieira Fernandes

Se, por uma vida da ironia, tivesse de definir no Facebook a sua relação com a música, escolheria “It’s complicated” para o período entre o seu nascimento (em 1988) e a adolescência (muitos anos depois). Quando finalmente decidiu descobrir o que se fazia no mundo e os seus colegas ouviam, decidiu também que iria ser o maior especialista no assunto. Pelo menos, da sua rua. Começou então a varrer todos os concertos e festivais no seu caminho e, enquanto despachava uma licenciatura em Engenharia Informática na Universidade do Minho, experimentou ser DJ. Não correu mal, mas as oportunidades para falhar também não abundaram.

Já na Escola Superior de Comunicação Social, onde se licenciou em Audiovisual e Multimédia, testemunhou o nascimento da ESCS FM, que ajudaria a erguer, e, juntamente com Diogo Andrade, concebeu o programa/podcast Rádio Defusão.

Após uma incursão involuntária ao mundo mercenário do marketing digital, actualmente dedica-se à produção, realização e edição do Rádio Defusão, reservando os tempos livres para deambular pela sede da RTP oferecendo os seus versáteis préstimos à Antena 3.

Fábio Vieira Fernandes

Catarina Nunes

Lembra-se de ajudar a mãe a limpar a casa ao som das cassetes de António Variações, e o primeiro compact disc que comprou foi o «Silence Becomes It». Um começo promissor, mas a pré-adolescência não perdoou e fê-la perder-se em playlists do Windows Media Player que a envergonhariam até hoje não fosse a desculpa da idade.

A entrada no secundário, em 2007, significou uma mudança de escola, e o contacto com novas pessoas significou uma mudança no que punha a tocar: as revistas Blitz acumuladas, os vídeos do YouTube partilhados via MSN Messenger e os MP3 ouvidos a par nas aulas de Filosofia ajudaram-na a conhecer um universo que tem pena de não ter começado a escutar mais cedo.

O curso de Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social levou-a aos microfones da ESCS FM, que a fizeram descobrir que partilhar música a satisfazia muito mais do que partilhar notícias. Abandonou os planos iniciais e, quando terminou a licenciatura, foi estudar rádio… e comunicação digital, à cautela.

Com a gestão de conteúdos multimédia na RTP e a realização do Rádio Defusão (e, abençoado seja John Venn, a gestão de conteúdos multimédia do Rádio Defusão), tem hoje o melhor dos dois mundos.

Catarina Nunes

João Carvalho

Guru em Audiovisual e Multimédia (embora a Escola Superior de Comunicação Social lhe reconheça apenas o grau de licenciado), é o responsável máximo pelo website em que estas palavras habitam. Além disso, introduziu a componente visual do Acústico Defusão, que continua a realizar a par da sua actividade paralela enquanto produtor de um programa de televisão.

João Carvalho

Inês Marques

A vida não lhe tem sorrido: depois de ter partilhado salas de aula da Escola Superior de Comunicação Social com o Fábio, partilha sala de jantar e outras divisões com o João. Rapidamente se viu impelida a dar uma mãozinha — ou até as duas, não raras vezes — nos vídeos do Acústico Defusão, como é evidente. Videógrafa extraordinaire que é, toda a gente sai a ganhar.

Inês Marques
Menções honrosas (na impossibilidade de chorudas compensações pecuniárias, é o melhor que se arranja): Diogo Andrade, que co-pariu esta chafarica; Rita Miranda, que nunca deixará verdadeiramente de ser parte da equipa; David Francisco, que ajudou a fazer acontecer desde o momento zero; Adriano Cardoso, que introduziu o amarelo nas nossas vidas; Eduardo Bouças, que nos compôs um theme de cujo calibre nunca seremos merecedores; Pedro Soares Filipe, que lá vai evitando que façamos disparates ainda maiores no que toca ao pormenor que é fazermo-nos ouvir em condições; Joana Jorge, que talvez devêssemos contratar oficialmente como produtora; os técnicos de som da RTP que tecem muitas das sessões Acústico Defusão; os responsáveis da Antena 3 e os das Operações Rádio da RTP que, tal como os da Escola Superior de Comunicação Social e os da ESCS FM no passado, depositaram sua confiança em nós; todos os co-anfitriães, autores de rubricas, repórteres, “videoestagiários” e demais indivíduos com quem já tivemos a honra de poder colaborar; todos os convidados e respectivas equipas; e, claro, todos os ouvintes, fiéis ou ocasionais, excepto o filho do Ribeiro, esse crápula.